sábado, 12 de fevereiro de 2011

O impacto da Serendipidade em nossas vidas!

                                Alexander Fleming descobriu a penicilina em 1928 
                                    
“Serendipidade” é um termo que foi cunhado pelo escritor Hugh Walpole que o derivou de um conto de fadas: “Os Príncipes de Serendip”, cujos príncipes estavam sempre fazendo descobertas afortunadamente, seja por acidente ou sagacidade.
Desde então, é chamado serendipismo todo ato de “iluminação”, em que não havia a intenção de descobrir algo novo. Essa "coisa nova" pode ser uma teoria, um produto ou até mesmo a cura para uma doença. Se pararmos para refletir, se não fosse pela serendipidade muitos de nós hoje nem estaríamos vivos, pois a penicilina que salvou tantas vidas foi descoberta por Alexander Fleming, por “acaso”, em seu laboratório, depois de voltar das férias; ou os homens sofreriam ainda com o seu maior medo, já que o viagra foi “descoberto” pela Pfizer enquanto testava-se uma droga para a hipertensão, a própria Coca-Cola é resultado de uma (inicialmente) bebida para a enxaqueca formulada pelo farmacêutico John Pemberton e até mesmo a nova onda das redes sociais, o “Facebook”, foi criada por Mark Zuckerberg, em seu quarto no alojamento de Harvard, depois de invadir o sistema da Universidade e quase ser expulso pelo então reitor Larry Summers (ex-secretário do Tesouro norteamericano), graças a essa proeza, Mark teve o que chamamos hoje de “insight” para o que seria o Facebook.
Por isso e outras coisas, há de se ter a cabeça sempre aberta e não querer teorizar tudo deixando lugar para a serendipidade fluir e quem sabe assim você não se tornará o novo bilionário da vez?

Álvaro Santos

Fonte: The Black Swan, Nassim Nicholas Taleb
          Bilionários por acaso, Ben Mezrich

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